Simplesmente lindo!!! ;-)
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Milton Nascimento e James Taylor...
Vendedor de Sonhos
Milton Nascimento/Fernando Brant
Vendedor de sonhos
tenho a profissão viajante
de caixeiro que traz na bagagem
repertório de vida e canções
E de esperança
mais teimoso que uma criança
eu invado os quartos, as salas
as janelas e os corações
Frases eu invento
elas voam sem rumo no vento
procurando lugar e momento
onde alguem tambem queira cantá-las
Vendo os meus sonhos
e em troca da fé ambulante
quero ter no final da viagem
um caminho de pedra feliz
Tantos anos contando a hitória
de amor ao lugar que nasci
tantos anos cantando meu tempo
minha gente de fé me sorri
tantos anos de voz nas estradas
tantos sonhos que eu já vivi
Milton Nascimento/Fernando Brant
Vendedor de sonhos
tenho a profissão viajante
de caixeiro que traz na bagagem
repertório de vida e canções
E de esperança
mais teimoso que uma criança
eu invado os quartos, as salas
as janelas e os corações
Frases eu invento
elas voam sem rumo no vento
procurando lugar e momento
onde alguem tambem queira cantá-las
Vendo os meus sonhos
e em troca da fé ambulante
quero ter no final da viagem
um caminho de pedra feliz
Tantos anos contando a hitória
de amor ao lugar que nasci
tantos anos cantando meu tempo
minha gente de fé me sorri
tantos anos de voz nas estradas
tantos sonhos que eu já vivi
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Carole King e James Taylor no Madison Square Garden em junho...

Pela primeira vez na história, os dois ícones da música americana se reúnem para um turnê mundial.
A turnê "Troubadour Reunion" foi inspirada na performance de estréia dos artistas, no teatro Troubadour em Los Angeles nos anos 70.
James Taylor e Carole King são amigos há quase quarenta anos.
Um dos maiores sucessos do cantor e compositor, You’ve Got a Friend, é de autoria dela, por sinal.
Bem no início de suas trajetórias como artistas solo, eles chegaram a fazer shows, no famoso Troubador Club, em Hollywood, em 1969.
Taylor afirma que o encontro há muito já deveria ter ocorrido, pois faz tempo que ambos não tocam juntos:
“A gente sempre se encontra e um sempre diz para o outro, ‘precisamos tocar juntos novamente’, e isso finalmente irá ocorrer agora”.

Carole King e James Taylor
Madison Square Garden
15 e 16 de Junho - 8:00PM
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
O VELHO - Chico Buarque...

O velho sem conselhos
De joelhos
De partida
Carrega com certeza
Todo o peso
Da sua vida
Então eu lhe pergunto pelo amor
A vida inteira, diz que se guardou
Do carnaval, da brincadeira
Que ele não brincou
Me diga agora
O que é que eu digo ao povo
O que é que tem de novo
Pra deixar
Nada
Só a caminhada
Longa, pra nenhum lugar
O velho de partida
Deixa a vida
Sem saudades
Sem dívidas, sem saldo
Sem rival
Ou amizade
Então eu lhe pergunto pelo amor
Ele me diz que sempre se escondeu
Não se comprometeu
Nem nunca se entregou
E diga agora
O que é que eu digo ao povo
O que é que tem de novo
Pra deixar
Nada
E eu vejo a triste estrada
Onde um dia eu vou parar
O velho vai-se agora
Vai-se embora
Sem bagagem
Não se sabe pra que veio
Foi passeio
Foi Passagem
Então eu lhe pergunto pelo amor
Ele me é franco
Mostra um verso manco
De um caderno em branco
Que já se fechou
Me diga agora
O que é que eu digo ao povo
O que é que tem de novo
Pra deixar
Não
Foi tudo escrito em vão
E eu lhe peço perdão
Mas não vou lastimar
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Marcha da Quarta feira de Cinzas - Carlos Lyra / Vinicius de Moraes...

Acabou nosso carnaval
Ninguém ouve cantar canções
Ninguém passa mais brincando feliz
E nos corações
Saudades e cinzas foi o que restou
Pelas ruas o que se vê
É uma gente que nem se vê
Que nem se sorri
Se beija e se abraça
E sai caminhando
Dançando e cantando cantigas de amor
E no entanto é preciso cantar
Mais que nunca é preciso cantar
É preciso cantar e alegrar a cidade
A tristeza que a gente tem qualquer dia vai se acabar
Todos vão sorrir, voltou a esperança
É o povo que dança, contente da vida feliz a cantar
Porque são tão tantas coisas azuis
Há tão grandes promessas de luz
Tanto amor para amar que a gente nem sabe
Quem me dera viver pra ver e brincar outros carnavais
Que marchas tão lindas
E o povo cantando seu canto de paz
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
As marchinhas e o samba de raiz...
Quem nunca ouviu e cantou músicas como “Me dá um dinheiro aí”, “Chiquita Bacana”, “Cachaça” e “Cabeleira do Zezé”?
A marcha de carnaval, também conhecida como marchinha é um gênero de música popular brasileira que fez muito sucesso dos anos 20 aos anos 60, mas que ainda encanta e diverte os foliões de todo País.
Mas esse estilo musical descende, na verdade, das marchas populares portuguesas, que fizeram grande sucesso no Brasil até 1920.
E foi no Rio de Janeiro da alegria e irreverência que as primeiras composições brasileiras surgiram, trazendo um ritmo mais acelerado, melodias simples e letras picantes, cheias de duplos sentidos.
A primeira marcha registrada é de 1899, uma composição de Chiquinha Gonzaga, intitulada “Ó Abre Alas”, feita para o cordão carnavalesco Rosa de Ouro.

Ao longo do século 20, as marchinhas atingiram o auge nas vozes de Carmen Miranda, Dalva de Oliveira, Almirante, Silvio Caldas e Black-Out, tornando-se um dos maiores atrativos do carnaval, até começar a perder espaço para o samba enredo, em 1960.
No entanto, o espírito das marchinhas se mantém vivo nas semanas que antecedem os desfiles, marcadas pelas comemorações dos tradicionais blocos, os bailes, os ensaios de rua e é o aquecimento para uma das maiores festas populares.

“O pré-carnaval é fundamental para o Rio de Janeiro, porque cria o clima das festividades.
As pessoas que ainda não estão contagiadas, não conseguem ficar imunes a tanta energia”, afirma Martinho da Vila, personalidade marcante do carnaval carioca.
“Na verdade, as grandes festas acontecem no pré-carnaval, uma vez que as escolas de samba consomem boa parte dos dias do feriado.
Por isso as bandas, os blocos, os bailes, alimentam o espírito carnavalesco e deixam a cidade preparada para o grande evento.”
Martinho conta que a magia do carnaval, a tradição, está no verdadeiro samba de raiz.
“Ele privilegia a letra, a melodia é valente.
Todo compositor do estilo se preocupa com a poesia da letra.
É o samba que serve para divertir, mas também para refletir.
É feito do coração e sempre tem uma mensagem para passar”, e afirma que é bem diferente dos sambas modernos.
“Os mais atuais têm alegria, mas não têm detalhes é pensado apenas como algo comercial, por isso devemos manter a tradição.”

Leci Brandão, sambista há 35 anos, compartilha da opinião do amigo.
“O samba de raiz é a base de tudo.
É o melhor samba, a melhor cadência, as melhores letras, que fazem parte da história do País.
E temos sempre que manter a nossa cultura.”
O samba de raiz traz instrumentos como o pandeiro de couro, cavaquinho, cuíca, surdo, reco-reco, tamborim, violão e o violão de sete cordas, e está presente na sociedade, em seus vários tipos.
“Quando se fala em um país chamado Brasil, imediatamente as pessoas remetem ao samba, um ritmo mundialmente conhecido. Se você faz uma churrascada, uma macarronada, se está em um estádio do futebol ou em um aniversário, sempre tem o samba”, afirma Leci.

Mantendo aceso o estilo, Dudu Nobre, que completou 10 anos de carreira em 2009, se diz feliz em fazer parte dessa tradição. “A minha influência, o meu mentor é Martinho da Vila e me sinto honrado e extremamente feliz por dar continuidade ao samba de raiz, por passar essa maravilha de música popular.
Nós temos espaço, reconhecimento, público e não podemos perder a beleza e a história do samba.”
Fonte: Internet.
A marcha de carnaval, também conhecida como marchinha é um gênero de música popular brasileira que fez muito sucesso dos anos 20 aos anos 60, mas que ainda encanta e diverte os foliões de todo País.
Mas esse estilo musical descende, na verdade, das marchas populares portuguesas, que fizeram grande sucesso no Brasil até 1920.
E foi no Rio de Janeiro da alegria e irreverência que as primeiras composições brasileiras surgiram, trazendo um ritmo mais acelerado, melodias simples e letras picantes, cheias de duplos sentidos.
A primeira marcha registrada é de 1899, uma composição de Chiquinha Gonzaga, intitulada “Ó Abre Alas”, feita para o cordão carnavalesco Rosa de Ouro.

Ao longo do século 20, as marchinhas atingiram o auge nas vozes de Carmen Miranda, Dalva de Oliveira, Almirante, Silvio Caldas e Black-Out, tornando-se um dos maiores atrativos do carnaval, até começar a perder espaço para o samba enredo, em 1960.
No entanto, o espírito das marchinhas se mantém vivo nas semanas que antecedem os desfiles, marcadas pelas comemorações dos tradicionais blocos, os bailes, os ensaios de rua e é o aquecimento para uma das maiores festas populares.

“O pré-carnaval é fundamental para o Rio de Janeiro, porque cria o clima das festividades.
As pessoas que ainda não estão contagiadas, não conseguem ficar imunes a tanta energia”, afirma Martinho da Vila, personalidade marcante do carnaval carioca.
“Na verdade, as grandes festas acontecem no pré-carnaval, uma vez que as escolas de samba consomem boa parte dos dias do feriado.
Por isso as bandas, os blocos, os bailes, alimentam o espírito carnavalesco e deixam a cidade preparada para o grande evento.”
Martinho conta que a magia do carnaval, a tradição, está no verdadeiro samba de raiz.
“Ele privilegia a letra, a melodia é valente.
Todo compositor do estilo se preocupa com a poesia da letra.
É o samba que serve para divertir, mas também para refletir.
É feito do coração e sempre tem uma mensagem para passar”, e afirma que é bem diferente dos sambas modernos.
“Os mais atuais têm alegria, mas não têm detalhes é pensado apenas como algo comercial, por isso devemos manter a tradição.”

Leci Brandão, sambista há 35 anos, compartilha da opinião do amigo.
“O samba de raiz é a base de tudo.
É o melhor samba, a melhor cadência, as melhores letras, que fazem parte da história do País.
E temos sempre que manter a nossa cultura.”
O samba de raiz traz instrumentos como o pandeiro de couro, cavaquinho, cuíca, surdo, reco-reco, tamborim, violão e o violão de sete cordas, e está presente na sociedade, em seus vários tipos.
“Quando se fala em um país chamado Brasil, imediatamente as pessoas remetem ao samba, um ritmo mundialmente conhecido. Se você faz uma churrascada, uma macarronada, se está em um estádio do futebol ou em um aniversário, sempre tem o samba”, afirma Leci.

Mantendo aceso o estilo, Dudu Nobre, que completou 10 anos de carreira em 2009, se diz feliz em fazer parte dessa tradição. “A minha influência, o meu mentor é Martinho da Vila e me sinto honrado e extremamente feliz por dar continuidade ao samba de raiz, por passar essa maravilha de música popular.
Nós temos espaço, reconhecimento, público e não podemos perder a beleza e a história do samba.”
Fonte: Internet.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
O carnaval do Rio pede passagem, reúne os bambas, sacode a poeira e dá a volta por cima...
Apesar do sucesso dos grandes bailes de salão, o carnaval é principalmente uma festa ao ar livre.
Segundo estudiosos, o carnaval tem sua origem nas festas agrárias egípcias, portanto é milenar o hábito de reunir-se sob o céu para cantar, dançar e extravasar em alegria...

Sim, o Carnaval de rua do Rio voltou com força total e tem gente bonita, alegre, boa música e é de graça.
Como diria o poeta Nelson Sargento: – o samba agoniza mas não morre.
Honrando a memória dos pré-anos 30, que enfrentaram a polícia, resistiram e conseguiram seu espaço, as gerações seguintes encarregaram-se de trilhar um caminho de luta e resistência que iniciou a volta do nosso carnaval de rua.
Nos últimos anos, depois dos principais Blocos arrastarem multidões pelas ruas da Zona Sul e do Cordão da Bola Preta reunir milhares de pessoas na manhã de sábado de carnaval, vários novos blocos foram sendo fundados, agremiações de todo tipo, formato e tamanho.
Não há bairro do Rio de Janeiro que não tenha o seu bloco, várias categorias profissionais organizam seus desfiles e até mesmo os evangélicos perceberam essa onda e desfilam pelas ruas do Rio cantando louvores em ritmo de samba, ao som de grandes baterias e com alas com coreografias ensaiadas.
No Brasil, o carnaval surge no século XVIII, introduzido pelos portugueses, das ilhas da Madeira dos Açores e do Cabo Verde.
O Entrudo brasileiro ganhou as ruas, principalmente do Rio de Janeiro, e pode ser considerado o pai do nosso carnaval.
No entanto, o encontro do samba com o carnaval é um fato determinante no sucesso e popularidade dessa festa, nos moldes em que a realizamos até hoje.
Na década de trinta, o Brasil vivia um clima de transformação política e cultural que teve início em 22, tanto com a revolta do Forte de Copacabana, quanto com a semana de arte moderna realizada em São Paulo.
Com a chegada de Vargas à presidência do país, a cultura nacional foi sendo conduzida a partir da decisão de se forjar uma identidade nacional livre de influências estrangeiras e que tinha como centro de produção e irradiação o Rio de Janeiro.
Na reta final da luta pela redemocratização do país, principalmente com a Banda de Ipanema (que desde a sua fundação em 65 nunca deixou a peteca cair), os foliões foram se reunindo para brincar e também para fazer chacota do regime militar que sairia de cena logo em seguida, depois de mais de vinte anos de escuridão.
Foi, mais ou menos nessa época, que surgiram o Simpatia é Quase Amor, o Sovaco do Cristo, o Barbas e o Carmelitas, que reuniam foliões do Centro e da Zona Sul e são os precursores da revitalização do nosso carnaval de rua.
Alguns fatores contribuíram para a volta do carnaval de rua no Rio.
O ressurgimento das Velhas Guardas, principalmente da Mangueira e da Portela e o surgimento de novas casas de samba na Lapa.
Novas tecnologias facilitaram a gravação de CDs independentes com boa qualidade, o que permitiu maior fôlego na resistência de sambistas novos e antigos à ditadura das grandes gravadoras.
A própria internet permite a circulação de notícias do mundo do samba.
Enfim, ainda estamos longe do ideal, mas podemos dizer que a situação melhorou bastante e os sambistas não estão mais praticamente condenados à morte se estiverem fora do circuito das grandes gravadores e da grande mídia.
Ver nossos Blocos, cordões e bandas colorindo nossas ruas arrastando multidões nas avenidas cariocas é perceber que o sangue da cultura popular corre novamente nas veias do nosso país.
Encontrar nos bailes populares, pierrôs, colombinas, clóvis, piranhas, mascarados, grupos com fantasias iguais, odaliscas, índios, palhaços, homens e mulheres com as camisetas de seus blocos ou escolas de samba é reencontrarmos a alegria de nossa gente e nosso povo.
Referência: A revitalização do carnaval de rua do Rio de Janeiro -
Márcio Marques.
Segundo estudiosos, o carnaval tem sua origem nas festas agrárias egípcias, portanto é milenar o hábito de reunir-se sob o céu para cantar, dançar e extravasar em alegria...

Sim, o Carnaval de rua do Rio voltou com força total e tem gente bonita, alegre, boa música e é de graça.
Como diria o poeta Nelson Sargento: – o samba agoniza mas não morre.
Honrando a memória dos pré-anos 30, que enfrentaram a polícia, resistiram e conseguiram seu espaço, as gerações seguintes encarregaram-se de trilhar um caminho de luta e resistência que iniciou a volta do nosso carnaval de rua.
Nos últimos anos, depois dos principais Blocos arrastarem multidões pelas ruas da Zona Sul e do Cordão da Bola Preta reunir milhares de pessoas na manhã de sábado de carnaval, vários novos blocos foram sendo fundados, agremiações de todo tipo, formato e tamanho.
Não há bairro do Rio de Janeiro que não tenha o seu bloco, várias categorias profissionais organizam seus desfiles e até mesmo os evangélicos perceberam essa onda e desfilam pelas ruas do Rio cantando louvores em ritmo de samba, ao som de grandes baterias e com alas com coreografias ensaiadas.
No Brasil, o carnaval surge no século XVIII, introduzido pelos portugueses, das ilhas da Madeira dos Açores e do Cabo Verde.
O Entrudo brasileiro ganhou as ruas, principalmente do Rio de Janeiro, e pode ser considerado o pai do nosso carnaval.
No entanto, o encontro do samba com o carnaval é um fato determinante no sucesso e popularidade dessa festa, nos moldes em que a realizamos até hoje.
Na década de trinta, o Brasil vivia um clima de transformação política e cultural que teve início em 22, tanto com a revolta do Forte de Copacabana, quanto com a semana de arte moderna realizada em São Paulo.
Com a chegada de Vargas à presidência do país, a cultura nacional foi sendo conduzida a partir da decisão de se forjar uma identidade nacional livre de influências estrangeiras e que tinha como centro de produção e irradiação o Rio de Janeiro.
Na reta final da luta pela redemocratização do país, principalmente com a Banda de Ipanema (que desde a sua fundação em 65 nunca deixou a peteca cair), os foliões foram se reunindo para brincar e também para fazer chacota do regime militar que sairia de cena logo em seguida, depois de mais de vinte anos de escuridão.
Foi, mais ou menos nessa época, que surgiram o Simpatia é Quase Amor, o Sovaco do Cristo, o Barbas e o Carmelitas, que reuniam foliões do Centro e da Zona Sul e são os precursores da revitalização do nosso carnaval de rua.
Alguns fatores contribuíram para a volta do carnaval de rua no Rio.
O ressurgimento das Velhas Guardas, principalmente da Mangueira e da Portela e o surgimento de novas casas de samba na Lapa.
Novas tecnologias facilitaram a gravação de CDs independentes com boa qualidade, o que permitiu maior fôlego na resistência de sambistas novos e antigos à ditadura das grandes gravadoras.
A própria internet permite a circulação de notícias do mundo do samba.
Enfim, ainda estamos longe do ideal, mas podemos dizer que a situação melhorou bastante e os sambistas não estão mais praticamente condenados à morte se estiverem fora do circuito das grandes gravadores e da grande mídia.
Ver nossos Blocos, cordões e bandas colorindo nossas ruas arrastando multidões nas avenidas cariocas é perceber que o sangue da cultura popular corre novamente nas veias do nosso país.
Encontrar nos bailes populares, pierrôs, colombinas, clóvis, piranhas, mascarados, grupos com fantasias iguais, odaliscas, índios, palhaços, homens e mulheres com as camisetas de seus blocos ou escolas de samba é reencontrarmos a alegria de nossa gente e nosso povo.
Referência: A revitalização do carnaval de rua do Rio de Janeiro -
Márcio Marques.
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