Fim de tarde no arpoador
Ver o amor surfar além da dor
A saudade se deitar atrás do mar
Seu olhar iluminar o céu
Em silêncio uma estrela cai
Um pedido de amor e paz
Um espelho de águas claras, seu olhar
Refletindo todo amor em nós
No milagre do desejo
Ver a força de um beijo seu
Me levar além do espaço
Paralisa todo medo
Pra viver nosso destino
Muito mais que dois caminhos
Um só caminho que nos une
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Receita de ano novo - Carlos Drummond de Andrade...
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
Fonte: Internet.
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
Fonte: Internet.
domingo, 27 de dezembro de 2009
O que a gente é...
Trecho extraído de um email que eu recebi da minha amiga Karla no dia 25/12/2009.
O outro não está pedindo que você faça, simplesmente pede que você “seja”.
Uma coisa é tirar a blusa e dar a quem tem frio, outra coisa é tirar a máscara e dar quem a gente é.
Às vezes, o mais difícil da vida não é dar o que a gente tem e sim dar o que a gente é.
Não passa pela matéria, nem pelo que conseguimos enxergar e tocar, passa pelo que somos.
Estar junto é a oportunidade de ser para o outro a nossa melhor parte, dar a nossa melhor parte e receber o melhor...
Karla Alcântara
O outro não está pedindo que você faça, simplesmente pede que você “seja”.
Uma coisa é tirar a blusa e dar a quem tem frio, outra coisa é tirar a máscara e dar quem a gente é.
Às vezes, o mais difícil da vida não é dar o que a gente tem e sim dar o que a gente é.
Não passa pela matéria, nem pelo que conseguimos enxergar e tocar, passa pelo que somos.
Estar junto é a oportunidade de ser para o outro a nossa melhor parte, dar a nossa melhor parte e receber o melhor...
Karla Alcântara
sábado, 26 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Mais ou menos - Chico Xavier...

A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos...
TUDO BEM!
O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos e acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.
Chico Xavier
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Me chame do que quiser...
Li esse texto no blog da minha irmã L, http://www.luciajardimdasletras.blogspot.com/ e adorei...
Se parece ingênuo que eu acredite nas pessoas, que me chamem de tola.
Se parece impossível que eu queira ir onde ninguém conseguiu chegar, que me chamem de pretensiosa.
Se parece precipitado que eu me apaixone no primeiro momento, que me chamem de inconsequente.
Se parece imprudente que eu me arrisque num desafio, que me chamem de imatura.
Se parece inaceitável que eu mude de opinião, que me chamem de incoerente.
Se parece ousado que eu queira o prazer todos os dias, que me chamem de abusada.
Se parece insano que eu continue sonhando, que me chamem de louca.
Só não me chamem de medrosa ou de injusta. porque eu vou à luta com muita garra e muita vontade de acertar.
E foi lutando que eu perdi o medo de ser ridícula. de ser enganada. de ser mal entendida.
Perdi, na verdade, o medo de ser feliz.
Não me incomoda se as pessoas me veem de forma equivocada.
O importante mesmo é como eu me vejo...
Sem cobrança. sem culpa. sem arrependimento.
A gente perde muito tempo tentando agradar aos outros. tentando ser o que esperam de nós.
Eu sou o que sou e não peço desculpas por isso.
No meu caminho até aqui, posso não ter agradado a todo mundo, mas tomei muito cuidado para não pisar em ninguém.
Sendo assim, me chame do que quiser, eu não ligo...
Porque eu só atendo mesmo quando chamam pelo meu nome, que eu tenho o maior orgulho de carregar.
Texto: Lena Gino
Se parece ingênuo que eu acredite nas pessoas, que me chamem de tola.
Se parece impossível que eu queira ir onde ninguém conseguiu chegar, que me chamem de pretensiosa.
Se parece precipitado que eu me apaixone no primeiro momento, que me chamem de inconsequente.
Se parece imprudente que eu me arrisque num desafio, que me chamem de imatura.
Se parece inaceitável que eu mude de opinião, que me chamem de incoerente.
Se parece ousado que eu queira o prazer todos os dias, que me chamem de abusada.
Se parece insano que eu continue sonhando, que me chamem de louca.
Só não me chamem de medrosa ou de injusta. porque eu vou à luta com muita garra e muita vontade de acertar.
E foi lutando que eu perdi o medo de ser ridícula. de ser enganada. de ser mal entendida.
Perdi, na verdade, o medo de ser feliz.
Não me incomoda se as pessoas me veem de forma equivocada.
O importante mesmo é como eu me vejo...
Sem cobrança. sem culpa. sem arrependimento.
A gente perde muito tempo tentando agradar aos outros. tentando ser o que esperam de nós.
Eu sou o que sou e não peço desculpas por isso.
No meu caminho até aqui, posso não ter agradado a todo mundo, mas tomei muito cuidado para não pisar em ninguém.
Sendo assim, me chame do que quiser, eu não ligo...
Porque eu só atendo mesmo quando chamam pelo meu nome, que eu tenho o maior orgulho de carregar.
Texto: Lena Gino
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Uma canção especial para mim....

Agridoce
(Cláudio Faria/Rebecca Ferrari)
A mistura agridoce
Da chuva e da lágrima
Que eu chorei por nós dois
Era o céu que chorava comigo
Por ver dois amantes soltarem as mãos
E o caminho ficou sem motivo
Ficou tão vazio
À espera do amor
De tanto sofrer e chorar
Acho mesmo que o céu
Vai voltar a sorrir
E se abrir
Dia claro de sol
Vida nova no ar
A certeza de ser
Mais que ter
Ser bem mais que o querer
Pode ser que o amor
Venha nos surpreender
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